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Esclarecimento sobre a mudança nas horas do estágio supervisionado da Pedagogia

Nosso currículo atual entrou em funcionamento em 2008. No entanto, em 2013, tivemos que fazer um pequeno ajuste na proposta curricular para inserir as atividades extensionistas, que passaram a ser obrigatórias no país (Lei Federal 10.172/2001, referendada pela Meta 12.7 do PNE 2011-2020) e na UFRJ (Resolução CEG N. 2/2013). Continue lendo Esclarecimento sobre a mudança nas horas do estágio supervisionado da Pedagogia

Candidatos selecionados para entrevista programa Abdias Nascimento

Estudantes selecionados para entrevista – Programa Abdias Nascimento – Graduação Sanduíche:

8:30 – Beatriz Pereira Leonardo de Sousa

8:45 – Deborah Marques

9h –    Jessica Borges

9:15 – Karine Fidelis da Silva

9:30 – Pâmela Lessa

9:45 – Rachel Gercina de Sousa Moreira

10h –  Raquel Pinheiro

10:15 – Samara Kister Soares

10:30 – Sarah Almeida da Silva

10:45 – Saulo Santana

11h –   Sofia Alves

Nota de pesar

O Corpo Acadêmico da Faculdade de Educação – UFRJ se manifesta veementemente contra todas as formas de barbárie e se solidariza com familiares/as, amigos/as, companheiros/as de luta e os/as mais de 46 mil eleitores/as da vereadora e ativista Marielle Franco, assim como com familiares e amigos/as do motorista Anderson Pedro Gomes, que a acompanhava na noite de ontem, quando foram assassinados.

Nascida no Complexo da Maré, onde iniciou sua atuação em defesa dos direitos humanos, Marielle teve uma expressiva votação nas últimas eleições.  Assumiu, na condição de vereadora, a função de relatora da comissão do Conselho criado para fiscalizar as operações policiais após o início da intervenção militar no Rio de Janeiro.

Estamos de luto pela perda de uma mulher negra, feminista, que trabalhou incansavelmente por uma sociedade mais justa e menos desigual.

Marielle, presente!

Ato em homenagem à vereadora Marielle Franco e a Anderson Pedro Gomes substituem as atividades previstas para hoje da Semana de Integração da Pedagogia

As atividades previstas para hoje, dia 15/03, para a Semana de Integração da FE, nos horários de 9:00, 14:30 e 20:00 serão substituídas por homenagens à  vereadora Marielle Franco e a Anderson Pedro Gomes.

Marielle voltava de mais um dia de luta pelos direitos humanos, de militância. 

Tiros ecoaram no Estácio. Marielle era alvo. Foi atingida fatalmente.

Tiros ecoam diariamente em vielas, em casas, em escolas, nas memórias, na favela e fora dela. Aqueles/as por quem ela lutava são o principal alvo: negros e negras, pobres, excluídos/as, marginalizados/as são atingidos/as fatalmente, diariamente…

Tiros tiraram Marielle precocemente da luta, tentaram calar sua voz. Mas a sua voz e as vozes daqueles/as que lutam por direitos humanos ecoam hoje mais fortes, potentes, vibrantes entre nós, mesmo que ao som abafado do surdo… 

A voz de Marielle permanece, mesmo no silêncio da sua ausência e da nossa dor. 

Sua voz grita e ecoa vigorosa em ruelas, em casas, em escolas, em universidades, em movimentos sociais… Sua voz ecoa em cada recanto de nós.

A luta continua! Não nos calaremos! 

Marielle, presente!

 

Sessão de abril do cineclube Pedagogias da Imagem

Diante das recentes chamadas para o ato ‘Marielle vive!’, que acontecerá nesta terça-feira, 20/3, às 17h, na Cinelândia, o cineclube Pedagogias da Imagem informa o adiamento da sessão prevista para o mesmo horário, vinculada à campanha ’21 dias de ativismo contra o racismo’. A sessão foi remarcada para a quinta-feira, dia 5 de abril, no mesmo horário e local.

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O cineclube Pedagogias da Imagem inicia o ano de 2018 com a exibição do filme ‘Menino 23′ (Brasil, 2016), de Belisário Franca, em sessão inserida na campanha ’21 dias de ativismo contra o racismo’, e com o apoio da Videocamp.

Sinopse do filme: A partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, o filme acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar e a descoberta de um fato assustador: durante os anos 1930, cinquenta meninos negros foram levados de um orfanato no Rio de Janeiro para a fazenda onde os tijolos foram encontrados. Lá, passaram a ser identificados por números e foram submetidos ao trabalho escravo por uma família que fazia parte da elite política e econômica do país, e que não escodia sua simpatia pelo ideário nazista. Dois sobreviventes dessa tragédia brasileira, Aloízio Silva (o “menino 23”) e Argemiro Santos, assim como a família de José Alves de Almeida (o “Dois”), revelam suas histórias pela primeira vez.

A sessão faz um convite a pensar, com o filme, sobre temas ligados à discussão do racismo nos dias de hoje. Contaremos com as seguintes palestras e convidados:

– A farsa da abolição
com Dolores Lima
Psicóloga, pós-graduada em Gestão Empreendedora de Educação (UFF), pesquisadora do LEPPA/HESFA/UFRJ e ativista do movimento de Mulheres Negras, Oyaiyele – Iyalase Ase Idasile Ode – Povo Tradicional de Matriz Africana, etnia Yoruba.

– Entre olhares cruzados: Brasil, Estados Unidos e a questão racial
com Carlos Medeiros
Graduado em Comunicação e Editoração pela UFRJ, mestre em Ciência Jurídicas e Sociais pela UFF, doutorando em História Comparada na UFRJ. Autor do livro ‘Na lei e na raça’ e coautor, com Jaques D’Adesky e Edson Borges, do livro ‘Racismo, preconceito e intolerância’.

Pedagogias da Imagem é um cineclube coordenado pelo SeCult – Setor de Cultura, Comunicação e Divulgação Científica e Cultural da Faculdade de Educação da UFRJ. O projeto privilegia a relação entre cinema e pensamento, no qual palestras e debates procuram instigar o público a refletir, com os filmes, sobre questões que eles suscitam e reverberam.

Entrada franca.